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De olho nos ovários policísticos

De olho nos ovários policísticos

A síndrome dos ovários policísticos atinge muitas mulheres


Por: Alessandra Feitosa

Fique esperta! A síndrome dos ovários policísticos é relativamente comum e atinge cerca de 10% das mulheres em idade fértil. Quando os hormônios que interagem com os ovários e estimulam a ovulação não trabalham da forma correta, a mulher sofre todos os inconvenientes que essa alteração no organismo pode trazer.

A estudante, Mariana Prado, 22 anos, descobriu que sofria da síndrome dos ovários policísticos em 2002, quando sentiu dores insuportáveis no abdômen e parou no hospital. Os médicos acharam que fosse apendicite e a encaminharam para a cirurgia. Durante o procedimento, descobriram a verdadeira causa da dor: uma hemorragia provocada por cistos no ovário. "Ainda tenho pequenos cistos nos ovários e o meu maior incômodo são as fortes cólicas menstruais. Tenho que tomar remédios e ficar de cama durante esses dias e faço exames a cada seis meses para controlar o problema", desabafa Mariana.

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Dicas
Se a mulher não está a fim de engravidar imediatamente, o tratamento mais indicado é a pílula anticoncepcional. O estrógeno e a progesterona ajudam a normalizar o ciclo menstrual e melhoram os sintomas da síndrome.

Uma boa dieta é a melhor pedida se você ganhou peso por conta das alterações hormonais. Estar acima do peso somente piora o quadro.

Faça exercícios físicos. Parece até que as matérias sobre saúde vivem falando isso, mas não tem jeito. A atividade física melhora (e muito) a sua saúde.

Se você apresentar os sintomas da síndrome, procure seu ginecologista. Somente ele poderá avaliar o seu quadro e prescrever a pílula anticoncepcional mais adequada para você.


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