
Pesquisa sobre comportamento sexual realizada em dez capitais do país mostra como os brasileiros agem e como gostariam de agir na cama
Os cientistas que estudam o comportamento sexual já aprenderam – as pessoas tendem a mentir ao serem entrevistadas sobre seus hábitos na cama, principalmente quando precisam fornecer nome e sobrenome. A ilustração ao lado é uma representação bem-humorada do que geralmente acontece. Os entrevistadores ouvem um relato turbinado do desempenho do entrevistado. Por essa razão, o Mosaico Brasil, maior levantamento já feito sobre a rotina sexual do brasileiro, entrevistou 8.237 homens e mulheres de dez capitais do país, ao longo de todo o ano passado, garantindo-lhes o anonimato. Melhor: as pessoas responderam questionários em vez de conversar cara a cara com os pesquisadores. Os formulários foram distribuídos em ruas, parques e shoppings a gente de 18 a 71 anos, com maior concentração nas faixas de 18 a 25 anos e 26 a 40. Leia a seguir as principais conclusões do estudo, conduzido pela sexóloga Carmita Abdo, coordenadora do Projeto Sexualidade (Prosex) da Universidade de São Paulo (USP).